O trigo está presente há cerca de 10 mil anos na história da humanidade.
O grão de trigo chega aos moinhos com algumas impurezas, como palha, galhos, folhas e sementes de outros grãos e passa por sofisticados processos de purificação tanto no momento da recepção quanto no processo de moagem.
Após a primeira purificação e classificação por tamanho, o grão recebe água e passa por um período de descanso. O objetivo é deixar o farelo mais flexível facilitando a separação do endosperma (miolo). O tempo e a quantidade de água variam de acordo com a dureza do grão.
Os grãos são então triturados em várias fases, ou seja, passam por um conjunto de rolos desenhados para se extrair o máximo do endosperma e por sistemas de peneiras onde os grânulos de trigo são separados do farelo.
São transportados para outros rolos que extraem os menores fragmentos e transferidos para purificadores.
O sistema de purificação limpa a farinha proveniente da trituração, por meio de peneiras que aspiram o ar e retiram qualquer farelo fino presente.
A farinha já limpa vai para o sistema de redução, onde rolos lisos a transformam em um pó superfino.